DPVAT 2017: Tudo que você precisa saber sobre o seguro DPVAT

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, conhecido por muitos apenas como Seguro DPVAT, foi criado pela Lei Nº 6.194 no ano de 1974.

É um seguro que tem por função indenizar as vítimas que se envolvem em acidentes de trânsito, sejam elas passageiros, motorista ou pedestre.

Essa indenização é feita independente da culpa da vítima no acidente e oferece desde reembolso com despesas médicas até indenização por morte ou invalidez.

Algumas pessoas ainda possuem dúvidas sobre esse seguro e, através desse texto, preparamos algumas questões que irão lhe auxiliar no momento em que precisar acionar o seguro DPVAT 2017.

dpvat 2017

Como é feita a cobrança da taxa do Seguro DPVAT 2017?

A taxa de recolhimento do seguro DPVAT 2017 segue junto com a parcela do IPVA, no início do ano.

Dependendo do veículo existem diversas categorias, onde cada categoria possui um valor diferenciado para pagamento. Fique atento, pois a falta de pagamento do seguro DPVAT 2017 impede que você licencie do seu veículo.

 

De onde retiram o valor para o pagamento dos sinistros?

No início do ano, juntamente com o IPVA, o motorista é obrigado a fazer o pagamento da taxa do seguro DPVAT 2017.

Desse valor total recolhido, 45% é repassado para o SUS, como forma de custeio do atendimento médico às vítimas, 5% é repassado ao DENATRAN, para aplicação em prevenção de acidentes e 50% é destinado para o pagamento das indenizações dos sinistros e reservas.

 

Como solicitar as indenizações

Existem Postos de Atendimento Autorizados do seguro DPVAT 2017 espalhados pelo país. Após o acontecimento do acidente, basta procurar um desses postos e dar entrada em toda a documentação necessária.

Esse procedimento é gratuito e não necessita a contratação de terceiros para a realização do mesmo.

 

Quanto tempo após o acidente posso fazer a solicitação das indenizações?

O prazo para ser feita a solicitação de indenização do seguro DPVAT 2017 é de até 3 anos. Esse prazo começa a contar a partir da data do acidente. Já no caso de indenização por invalidez permanente, o prazo se dá a partir da comprovação da invalidez da vítima.

 

Existe acumulação de indenizações?

No caso de indenização por invalidez e morte não há acumulação. Caso a vítima venha a óbito após receber a indenização por invalidez, a seguradora pagará a indenização por óbito, deduzindo a importância já paga anteriormente. Caso tenha sido feito reembolso por despesas médicas, esse não poderá ser deduzido caso haja uma invalidez ou óbito, decorrida no mesmo acidente.

 

Quais os documentos necessários para solicitar minhas indenizações?

No caso de indenização de despesas médicas, é necessário um Boletim de Ocorrência, bem como o RG, CPF da vítima, Comprovante de endereço, Boletim do atendimento hospitalar e, se for o caso, relatório de dentista, Comprovante das despesas médicas e os dados do condutor.

No caso de invalidez permanente, é necessário um Boletim de Ocorrência, RG e CPF da vítima, Laudo do IML, boletim de atendimento hospitalar, comprovante de endereço e autorização de pagamento.

Já no caso de óbito, é necessário que verifique nos postos de atendimento a documentação, pois de acordo com sua situação marital e se deixou ou não dependentes a documentação muda.

Em todos os casos, é necessário anexar também os dados bancários para que seja feito o pagamento da indenização ou reembolso.

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